SAÍSTE PEREGRINO
Porque saíste, aprendiz, peregrino
Milênios afora em viagens cominadas;
Porque andaste os cinco montes
Nos desertos da alma desertora;
E aprendestes vislumbrar por nada
Os percalços da aridez solidária
Nas colunas da sobriedade
Nas vicissitudes das solitárias dunas
E nos anseios foscos da humildade;
Nas vigas ocas da retidão, vigilante
E sabedor das regras apreendidas
Nas leis do teu árduo oficio;
Porque aceso está o cerne nas bordas e pontas
Da magnânima fumegante estrela
Na labuta, lide, meta, anseios em tuas veias
Batuta maestra que rege esta inefável orquestra;
Entre os fios da prata da espada
Dos cinco instrumentos ímpares
Da construção do teu edifício
- Na régua da exatidão desmedida
No círculo exato da tua essência
No lábaro veredito da caminhada
E em tudo que concerne o anteparo
Da pedra por fim esmerilhada
Em seu compasso medianeiro...
Segui, pois, companheiro
Onde tua vida é tua própria guia
A retilínea jornada
Não nem nunca solitário
Mas em tua única e serena companhia!
Milênios afora em viagens cominadas;
Porque andaste os cinco montes
Nos desertos da alma desertora;
E aprendestes vislumbrar por nada
Os percalços da aridez solidária
Nas colunas da sobriedade
Nas vicissitudes das solitárias dunas
E nos anseios foscos da humildade;
Nas vigas ocas da retidão, vigilante
E sabedor das regras apreendidas
Nas leis do teu árduo oficio;
Porque aceso está o cerne nas bordas e pontas
Da magnânima fumegante estrela
Na labuta, lide, meta, anseios em tuas veias
Batuta maestra que rege esta inefável orquestra;
Entre os fios da prata da espada
Dos cinco instrumentos ímpares
Da construção do teu edifício
- Na régua da exatidão desmedida
No círculo exato da tua essência
No lábaro veredito da caminhada
E em tudo que concerne o anteparo
Da pedra por fim esmerilhada
Em seu compasso medianeiro...
Segui, pois, companheiro
Onde tua vida é tua própria guia
A retilínea jornada
Não nem nunca solitário
Mas em tua única e serena companhia!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Um casal ( a terra e o humano )
Nossa criação humana sempre foi muito bela... desde a formação desta magnifica terra - nada foi criado contra o homem e a mulher... pelo …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Texto sobre o amor.
Minha noite é uma caminhada para o dia... que vem em silêncio se aproximando em cantos de chiados por passarinhos - meus olhos estão quei…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael