UM POEMA SEM RAZÃO
Procurei escrever um poema sem razão, guiado pela emoção pra tocar quem fosse ler. Assim abri meu coração e encontrei inspiração pensando em você. Oh, meu amor! Minha pujança, minha aliança.
Eu tenho eterno amor por você, tenho muito, amor que fortalece a alma, você é incapaz de compreendê-lo ou ainda não está pronta, me dou a você todo o tempo. Não sei de mim, mas sei te querer, me entregar, te buscar.
Posso estar sozinho, mas está em mim, gravada em meu coração, nos sentimentos perfeitos, numa lágrima que rola quando me aperta o peito, por imaginar estar em teus carinhos e estender os braços e não mais poder te alcançar e, lembrar que se foi deixando no ar uma sensação fictícia de voltar.
Quisera eu estar plenamente em teus braços, entre abraços, nos seus beijos absorvendo a excelente dádiva do amor. Absoluta minha, rainha do meu reino de esplendor. Andaria dias, mas a veria, como de mim não saíste a louvo de fato, amar-te é um cálculo além de exato.
Te confesso, não sei até quando poderei suportar sentir você vitrificada em meus olhos, gravada em minha mente, fixada em meu tato, exalada em meu olfato, guiada em meus passos, como se estivesse em todo lugar.
De dia busco-te com excelência, à noite batalho em minha consciência tentando esquecer-te. Oh vida! Por que escolheu-me para ser teu desta maneira, minha altaneira razão, cotejada não há igual, tão especial, faz-me sentir tão bem quando estás comigo. Diz que vem, sempre pronto te abrigo em meu coração.
Eu tenho eterno amor por você, tenho muito, amor que fortalece a alma, você é incapaz de compreendê-lo ou ainda não está pronta, me dou a você todo o tempo. Não sei de mim, mas sei te querer, me entregar, te buscar.
Posso estar sozinho, mas está em mim, gravada em meu coração, nos sentimentos perfeitos, numa lágrima que rola quando me aperta o peito, por imaginar estar em teus carinhos e estender os braços e não mais poder te alcançar e, lembrar que se foi deixando no ar uma sensação fictícia de voltar.
Quisera eu estar plenamente em teus braços, entre abraços, nos seus beijos absorvendo a excelente dádiva do amor. Absoluta minha, rainha do meu reino de esplendor. Andaria dias, mas a veria, como de mim não saíste a louvo de fato, amar-te é um cálculo além de exato.
Te confesso, não sei até quando poderei suportar sentir você vitrificada em meus olhos, gravada em minha mente, fixada em meu tato, exalada em meu olfato, guiada em meus passos, como se estivesse em todo lugar.
De dia busco-te com excelência, à noite batalho em minha consciência tentando esquecer-te. Oh vida! Por que escolheu-me para ser teu desta maneira, minha altaneira razão, cotejada não há igual, tão especial, faz-me sentir tão bem quando estás comigo. Diz que vem, sempre pronto te abrigo em meu coração.
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