Entre tópicos e trópicos
Garota carioca, o seu rosto é Laranjeiras
Sua pele que me toca, o teu corpo é Mangueira
Curva
Da Urca, gira enfeitiçada da Tijuca
Que girou
Me sinuca, me truca
Pede 6
E desce do Troncal 3
Eu quero 12
Você na areia fazendo pose
Outro close, escolhe qual foto que você quer
Não quero um romance igual o do Buscapé
Quero jongo à luz do luar, sal e o sol que me consome
Quero escola de samba, mas sem Beija-Flor de codinome
É por mim, por você, por Ogum e Iansã
É pela terra, pela carne, pelo samba no morro
Vou guardar o seu amor toda manhã
Com senha e corrente num cofre boca de lobo
Do topo da favela numa varanda
Penso em uma sacada pra te impressionar
Uma que te deixe mais contente
Do que qualquer uma de frente pro mar
Entre caminhos e passeios pela orla
Ela é prata como a areia que pisamos
Dois pássaros soltos da gaiola
Presos na liberdade que criamos
Somos todos um bando de perdidos
Nos encontrando nos desencontros
Procurando, em lojas 24 horas, livros já lidos
Com finais de frases sem três pontos
Entre tópicos e trópicos, quero andar aí
Estar aí, de Cosme Velho até o Andaraí
Ver o Pôr do sol tingido de laranja, resfriando o calor
No asfalto de Ipanema, indo pras pedras do Arpoador
Ela é tão preto e branco, mas cheia de cor do lado
Um amor panóptico de cima do Corcovado
E a cidade não estava mais cinza
O Cristo rasgou as nuvens do céu nublado
Sua pele que me toca, o teu corpo é Mangueira
Curva
Da Urca, gira enfeitiçada da Tijuca
Que girou
Me sinuca, me truca
Pede 6
E desce do Troncal 3
Eu quero 12
Você na areia fazendo pose
Outro close, escolhe qual foto que você quer
Não quero um romance igual o do Buscapé
Quero jongo à luz do luar, sal e o sol que me consome
Quero escola de samba, mas sem Beija-Flor de codinome
É por mim, por você, por Ogum e Iansã
É pela terra, pela carne, pelo samba no morro
Vou guardar o seu amor toda manhã
Com senha e corrente num cofre boca de lobo
Do topo da favela numa varanda
Penso em uma sacada pra te impressionar
Uma que te deixe mais contente
Do que qualquer uma de frente pro mar
Entre caminhos e passeios pela orla
Ela é prata como a areia que pisamos
Dois pássaros soltos da gaiola
Presos na liberdade que criamos
Somos todos um bando de perdidos
Nos encontrando nos desencontros
Procurando, em lojas 24 horas, livros já lidos
Com finais de frases sem três pontos
Entre tópicos e trópicos, quero andar aí
Estar aí, de Cosme Velho até o Andaraí
Ver o Pôr do sol tingido de laranja, resfriando o calor
No asfalto de Ipanema, indo pras pedras do Arpoador
Ela é tão preto e branco, mas cheia de cor do lado
Um amor panóptico de cima do Corcovado
E a cidade não estava mais cinza
O Cristo rasgou as nuvens do céu nublado
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