Párnaso II
II
O viver onírico traz a sapiência:
Do olhar soturno que pede clemência
Quantos anos foram? Um ou mil?
Infinitas eras que passei no Bosque Primaveril!
Ai! Que tempo é esse que não passa?!
Eis, aqui no Monte, a poesia nunca é escassa!
Quem sabe, os sonhos trazem as belas palavras
As ninfas te inspiram, cultiva os versos e assim tu lavras
Oh belezas! Belezas jamais vistas!
A arte divina, do Monte, é tua se o visitas
Nessa umbra branca e calada
Escreverei então até o fim da madrugada!
É a palavra, a voz da razão
Rogo aos Deuses que me trazem inspiração!
O viver onírico traz a sapiência:
Do olhar soturno que pede clemência
Quantos anos foram? Um ou mil?
Infinitas eras que passei no Bosque Primaveril!
Ai! Que tempo é esse que não passa?!
Eis, aqui no Monte, a poesia nunca é escassa!
Quem sabe, os sonhos trazem as belas palavras
As ninfas te inspiram, cultiva os versos e assim tu lavras
Oh belezas! Belezas jamais vistas!
A arte divina, do Monte, é tua se o visitas
Nessa umbra branca e calada
Escreverei então até o fim da madrugada!
É a palavra, a voz da razão
Rogo aos Deuses que me trazem inspiração!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski