Morte da Alma
Uma alma, tão calma
Que vê sem ve
E sente, ao morrer
Este prazer
Que é rever,
A sua vida
Que na realidade
É uma inverdade
Sem sobriedade,
Cheia de saudade
E sem liberdade
Que finda
E assim sorri,
Sem conseguir sorrir
Esta calma alma
Que deixa de existir
Que vê sem ve
E sente, ao morrer
Este prazer
Que é rever,
A sua vida
Que na realidade
É uma inverdade
Sem sobriedade,
Cheia de saudade
E sem liberdade
Que finda
E assim sorri,
Sem conseguir sorrir
Esta calma alma
Que deixa de existir
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
ABORTO - (I) e (II)
ABORTO - (I)
Medo, angústia, desespero, remorso
Com maior ou menor repercussão
Em função do nível…
Armando A. C. Garcia
Abominação - 08/08/2012
Abomino o ódio e a farsa
O álcool, o vício e a droga,
Corrupção e o comparsa,
A mentira de quem roga.
…
Armando A. C. Garcia
Abjeta ansiedade. - 25/06/2026
De tanta dúvida que aflora ao pensamento
Chego a ter dúvida, dúvida da verdade,
Não tenho a fiel certeza, um só momento…
Armando A. C. Garcia
Abissal abismo ! - 01-05-2013
Começo a pensar neste universo de incertezas Se devo temer, ainda o abissal abismo, Pois de ver crescer imunidades insanas Onde campeiam …
Armando A. C. Garcia