Morte da Alma

Uma alma, tão calma
Que vê sem ve
E sente, ao morrer
Este prazer
Que é rever,
A sua vida

Que na realidade
É uma inverdade
Sem sobriedade,
Cheia de saudade
E sem liberdade
Que finda

E assim sorri,
Sem conseguir sorrir
Esta calma alma
Que deixa de existir
32 Visualizações
Partilhar

Comentários (0)

Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.