jose_rodrigues

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Um jovem de 20 anos que escreve apenas por prazer e para libertar o que sente

n. 0000-00-00, Coimbra

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Morte da Alma

Uma alma, tão calma
Que vê sem ve
E sente, ao morrer
Este prazer
Que é rever,
A sua vida

Que na realidade
É uma inverdade
Sem sobriedade,
Cheia de saudade
E sem liberdade
Que finda

E assim sorri,
Sem conseguir sorrir
Esta calma alma
Que deixa de existir
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Poemas

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Morte da Alma

Uma alma, tão calma
Que vê sem ve
E sente, ao morrer
Este prazer
Que é rever,
A sua vida

Que na realidade
É uma inverdade
Sem sobriedade,
Cheia de saudade
E sem liberdade
Que finda

E assim sorri,
Sem conseguir sorrir
Esta calma alma
Que deixa de existir
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