RESPINGOS
Certas histórias precisam ser contadas
Outras simplesmente vividas.
Trazemos um pouco da necessidade
De imitar algumas performances
E um percentual incrível de inventarmos
Os nossos próprios compêndios.
Há quem se acomode sob fantasias
Há quem daqui a pouco esquecerá
De incomodar-se com os esquecimentos.
Dirijo meus dias espaçosamente
Inspirado no protagonismo
Das coisas mais suaves, leves e simples
Afugentando furtivas contendas
Deificando as vultosas texturas
Que abrangem os desejos abundantes
Por onde somente a reflexão perpetua.
Aprendi assim a viver nos respingos
Dos fatos das novelas do cotidiano
Capítulo a capítulo, focado nas finalidades
No entanto longe, bem longe do fim.
Sou eu a maior propriedade destas escritas
O deserdado protagonista sem foco e fora da luz
Porem consciente de que tudo se torna necessário
Desde que de alguma maneira necessite.
Estendo democraticamente a mão
Para que tu me conduzas por estes labirintos
Sem calvário mas com o prazer da jornada
De juntos sermos robustos detentores
Das incontestes superações.
Tens as chamas da perseverança
Trago as garras da esperança.
Somos puros e valorosos irmãos.
Outras simplesmente vividas.
Trazemos um pouco da necessidade
De imitar algumas performances
E um percentual incrível de inventarmos
Os nossos próprios compêndios.
Há quem se acomode sob fantasias
Há quem daqui a pouco esquecerá
De incomodar-se com os esquecimentos.
Dirijo meus dias espaçosamente
Inspirado no protagonismo
Das coisas mais suaves, leves e simples
Afugentando furtivas contendas
Deificando as vultosas texturas
Que abrangem os desejos abundantes
Por onde somente a reflexão perpetua.
Aprendi assim a viver nos respingos
Dos fatos das novelas do cotidiano
Capítulo a capítulo, focado nas finalidades
No entanto longe, bem longe do fim.
Sou eu a maior propriedade destas escritas
O deserdado protagonista sem foco e fora da luz
Porem consciente de que tudo se torna necessário
Desde que de alguma maneira necessite.
Estendo democraticamente a mão
Para que tu me conduzas por estes labirintos
Sem calvário mas com o prazer da jornada
De juntos sermos robustos detentores
Das incontestes superações.
Tens as chamas da perseverança
Trago as garras da esperança.
Somos puros e valorosos irmãos.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Um casal ( a terra e o humano )
Nossa criação humana sempre foi muito bela... desde a formação desta magnifica terra - nada foi criado contra o homem e a mulher... pelo …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Texto sobre o amor.
Minha noite é uma caminhada para o dia... que vem em silêncio se aproximando em cantos de chiados por passarinhos - meus olhos estão quei…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael