Voracidade
Dedilho o teu corpo Igual as castanholas,
Dançando ao ritmo de tua sensualidade,
Que me encanta com teus sons flamejantes,
Tocando meus ouvidos em luxúria,
Incendiando-me aos movimentos de tua fúria,
Destra lubricidade suave loucura.
Miro os seus quadris alucinantes,
Versando o desejo igual ao vento,
Soprando o amor em minha direção,
Enamorando-me na sutileza da sedução,
Enquanto teus braços me devoram,
Acorrentando minha lucidez perdida.
Tua sede é minha fonte que te sacia,
Essa boca que suga minha sensibilidade,
Notável ternura avassaladora,
Escravizando-me aos teus contentos,
Algemas da felicidade aos teus sabores.
Nobre senhora dona do meu coração,
Meu destino é o violão que tocas,
Com estas mãos habilidosas de paixão,
Vertendo de mim o que te adoras,
Em todo tempo de sua brandura,
Certeza do zelo que me devotas.
Sirlânio Jorge Dias Gomes(R)
Dançando ao ritmo de tua sensualidade,
Que me encanta com teus sons flamejantes,
Tocando meus ouvidos em luxúria,
Incendiando-me aos movimentos de tua fúria,
Destra lubricidade suave loucura.
Miro os seus quadris alucinantes,
Versando o desejo igual ao vento,
Soprando o amor em minha direção,
Enamorando-me na sutileza da sedução,
Enquanto teus braços me devoram,
Acorrentando minha lucidez perdida.
Tua sede é minha fonte que te sacia,
Essa boca que suga minha sensibilidade,
Notável ternura avassaladora,
Escravizando-me aos teus contentos,
Algemas da felicidade aos teus sabores.
Nobre senhora dona do meu coração,
Meu destino é o violão que tocas,
Com estas mãos habilidosas de paixão,
Vertendo de mim o que te adoras,
Em todo tempo de sua brandura,
Certeza do zelo que me devotas.
Sirlânio Jorge Dias Gomes(R)
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