Danças comigo?
Estávamos eu e Andreza, minha esposa, num ambiente espaçoso, me pareceu um Sopping, admirando algumas vitrines com manequins e um chamou me atenção pela beleza do modelo e do vestido longo em tom vermelho.
Qual não foi minha surpresa quando fui surpreendido com o pedido: "danças comigo" por uma senhora linda de vestido vermelho, longo enodados.
Sem mesmo poder decidir...fui levado para o centro do salão e fui tomado nos braços numa dança suave e melódica.
Aí percebi que eu estava nos braços de mamãe e fomos naqueles passos suaves por um logo tempo apenas sentindo a música é aquela sensação de amor e carinho mas sem ao menos consegui soltar uma palavra sequer até que ela disse as únicas palavras :
...."vai...agora chama a *dona" olhando fixa para Andreza.
E sem esforço algum ela correu para atender o pedido de mamãe e continuaram a dançar da mesma forma em silêncio e por longo tempo.
Já estava certo que tudo não passava de um sonho, de uma outra realidade, um outro plano é que logo estaria em nossa casa e em nossa cama continuando o sono da madrugada. Mas estava muito feliz é certo que quando acordasse no dia seguinte lembraria aqueles doces momentos e relataria e escreveria sobre o sucedido!
Realmente ao acordar veio aquela sensação de paz, alegria ...mesmo sabendo que tudo tenha ocorrido noutro plano....
Demorei algumas horas para que ainda tomado pelo emoção contasse para Andreza o ocorrido e para que eu pudesse traduzir em palavras isso que aconteceu nesta madrugada de 28 de maio de 2018.
• dona: Port.: expressão fem. de tratamento, terceira pessoa singular.
Forma carinhosa de tratamento, regionalismo, Minas, São Paulo.
Maneira carinhosa de tiramento que mamãe se utilizava para referir se a pessoas
de sua estima.
Qual não foi minha surpresa quando fui surpreendido com o pedido: "danças comigo" por uma senhora linda de vestido vermelho, longo enodados.
Sem mesmo poder decidir...fui levado para o centro do salão e fui tomado nos braços numa dança suave e melódica.
Aí percebi que eu estava nos braços de mamãe e fomos naqueles passos suaves por um logo tempo apenas sentindo a música é aquela sensação de amor e carinho mas sem ao menos consegui soltar uma palavra sequer até que ela disse as únicas palavras :
...."vai...agora chama a *dona" olhando fixa para Andreza.
E sem esforço algum ela correu para atender o pedido de mamãe e continuaram a dançar da mesma forma em silêncio e por longo tempo.
Já estava certo que tudo não passava de um sonho, de uma outra realidade, um outro plano é que logo estaria em nossa casa e em nossa cama continuando o sono da madrugada. Mas estava muito feliz é certo que quando acordasse no dia seguinte lembraria aqueles doces momentos e relataria e escreveria sobre o sucedido!
Realmente ao acordar veio aquela sensação de paz, alegria ...mesmo sabendo que tudo tenha ocorrido noutro plano....
Demorei algumas horas para que ainda tomado pelo emoção contasse para Andreza o ocorrido e para que eu pudesse traduzir em palavras isso que aconteceu nesta madrugada de 28 de maio de 2018.
• dona: Port.: expressão fem. de tratamento, terceira pessoa singular.
Forma carinhosa de tratamento, regionalismo, Minas, São Paulo.
Maneira carinhosa de tiramento que mamãe se utilizava para referir se a pessoas
de sua estima.
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