Sou um viajante do tempo, em busca de meus sonhos; na minha caminhada costumo ser alegre... rio, choro, me emociono com o olhar de uma criança, com o brilho do sol, da lua; o cantar dos pássaros. Sou um simples mortal que acredita na imortalidade da essência do Ser, do espírito . . As coisas que eu gosto? ... são as mais simples que existem. Gosto de ver o sol nascer, se por... ver a lua bailar no infinito espaço, e as estrelas enfeitando o manto negro e majestoso da noite... (e só de pensar que viemos e iremos ainda para alguma delas, chega a dar saudade ... !) Ver o rio correr tranqüilo seguindo seu curso sem reclamar, ouvir o sussurro do vento, o som dos pardais ao entardecer, o sorriso de uma criança, a sensualidade feminina, e tantas outras coisas mais que nos rodeiam!Como eu vejo as pessoas? ... Vejo as todas companheiras de viagem, indo em busca de algo; são viajantes das mais diferentes origens, oriundas de algum lugar do Universo e na maioria das vezes perdidas sem saber para onde irão e o que buscam ! Isto é triste! Sonhos ? ... sou um eterno sonhador ! " Sei, que n'algum lugar, muito além dos horizontes... nossos sonhos realmente acontecem! " Vou-me embora para PASARGADA , sonho de todo poeta, ir se embora para Pasárgada,..... Sinto-me privilegiado possuidor das chaves deste lugar, entretanto, sei que nada vale a pena se não for fruto de nosso próprio esforço... Do que adianta ser amigo do rei, ter tudo que se imagina e não ser feliz ? Prefiro seguir meu caminho, colhendo todas as pedras que encontro na estrada e utiliza-las para meu caminhar. Quem quiser ... acompanhe-me e caminhemos juntos!
Lista de Poemas
Se eu moresse amanhã
Não sentiria apenas deixar-te
Mas lamentaria as horas vãs
Sem teus carinhos e sem amar-te.
Se amanhã eu partisse
Minha alma se alegraria
ao ver que meu corpo descansaria
............................
(poema inacabado)
395
Dest' arte
Dest'arte
ou
Dessarte
Dest'
Arte
Estar
Lembrando
Desta maneira
Uma palavra em desuso!
É dessarte intrigante
Ao acordar e lembrar
Dest'arte assim!
Destarte
ou
Dessarte
Dest'
Arte
Estar
Lembrando
Desta maneira
Uma palavra em desuso!
É dessarte intrigante
Ao acordar e lembrar
Dest'arte assim!
Destarte
366
FORTUITAMENTE
FORTUITAME
por
ACIDENTE
ou
CASUALIDADE
Nao ganhei fortuna.
por
DESTINO
ou
SORTE
SOBREVIVI.
405
NAVEGAR É PRECISO! VIVER ... IMPRESCINDIVEL!
Lanço-me neste imenso mar de intricadas malhas de redes,
aventuro-me por mares virtuais nunca dantes navegados.
No comando da minha nau encontro o mundo ao meu redor,
para quem enxerga o invisível, o fantástico e o imensurável.
Mas outrora as naus enfrentavam os perigos dos mares
o medo dos piratas e dos seres mitológicos e imaginários,
das tempestades e obstáculos diversos, do desconhecido,
da precariede dos instrumentos de navegação da época.
Apesar de todos os obstáculos os grandes homens se aventuraram ...
E sairam em busca de novas terras, de novas conquistas.
Muitos homens deixaram suas familias em busca da terra prometida,
alguns nem chegaram, outros venceram e encontraram esperanças.
Os tempos mudaram, mas as naus continuam a singrar os mares
Porém hoje elas percorrem mares muito mais profundos e perigosos.
Hoje navegar é preciso, mas não necessariamente sobre os oceanos
e sim por ondas invisíveis que circulam por fibras óticas sensíveis .
Navegar hoje é preciso para acompanhar o tempo que urge
cada vez mais numa velocidade nunca d´antes imaginada.
334
Brinquedos d'infancia
Dos brinquedos de minh'infância
Eu me lembro dos balões coloridos
Que papai nas feiras matinais de domingo
Comprava e eu os segurava todo feliz.
Do carrinho de madeira colorido
Com um urso batendo um tambor
todo garboso,enquanto eu menino
todo feliz puxando aquela engenhoca.
O avião que planava de verdade
Feito com com produto natural
Por um tio que usou de criatidade
Utilizando um tronco de pita natural.
Um carrinho de madeira com direção
E rodas grandes de e freios de mão.
Que descia as serras de minha infância
Invejando aos demais que só espiavam!
O papagaio colorido, presente de papai
Foi o mais emocionante que levou ao céu
As cartas e bilhetes que mamãe ensinou
A escrever levando todos aqueles sonhos.
Dos meus brinquedos, os não industrializados
São os que mais me deixaram boas lembranças.
Do monjolo miniatura igual o da fazenda fazia
E meu carrinho de boi que cantava como o do vovô
Eu me lembro dos balões coloridos
Que papai nas feiras matinais de domingo
Comprava e eu os segurava todo feliz.
Do carrinho de madeira colorido
Com um urso batendo um tambor
todo garboso,enquanto eu menino
todo feliz puxando aquela engenhoca.
O avião que planava de verdade
Feito com com produto natural
Por um tio que usou de criatidade
Utilizando um tronco de pita natural.
Um carrinho de madeira com direção
E rodas grandes de e freios de mão.
Que descia as serras de minha infância
Invejando aos demais que só espiavam!
O papagaio colorido, presente de papai
Foi o mais emocionante que levou ao céu
As cartas e bilhetes que mamãe ensinou
A escrever levando todos aqueles sonhos.
Dos meus brinquedos, os não industrializados
São os que mais me deixaram boas lembranças.
Do monjolo miniatura igual o da fazenda fazia
E meu carrinho de boi que cantava como o do vovô
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Crônica de uma manhã de domingo.
Domingo 3 de fevereiro logo nas primeiras horas o dia se mostra belo mas quente, calor demais que assola várias regiões do Brasil.
Preparei o café e depois passado e ter tomado uma xícara fui como de costume caminhando por uns três quarteirões bem devagar porque pressa eu já tive.
Fiz um trajeto o qual tinha a minha esquerda uma vasta área verde, por onde mesmo agonizando serpenteia o Rio Tietê cuja nascente fica a poucos quilômetros atrás.
Ando sempre a observar pessoas que vão e vem e principalmente o horizonte e é que está ao meu redor e o firmamento, ah este é sempre fascinante observar, está em constante mudança...e hoje o que chamava atenção além da cerração, na baixada, que se forma de manhã sob os rios e vegetação ribeirinha era o céu azul que na sua imensidão dezenas de balões coloridos levando cada qual uma bandeira diferente pareciam estavam correndo de alguma fiscalização, rumavam, alguns confabulando, outros solitários, rumo ao leste.
Me fez recordar Julio Verne em sua Cinco semanas num balão na travessia da África, Nova Zelândia outrora.
Mas não eram tão como aqueles Oh Deus.
Indefesos, entre os balões à mercê do vento passavam vários aviões há poucos metros abaixo, ora acima os gigantescos pássaros de ferro que acabaram de alçar voo do aeroporto internacional e Guarulhos.
Inocentemente estes insanos balões sem rumo, a esmo, não sabiam quão nocivos estavam Sendo.
O que é bonito aos olhos podem ser o horror que transforma em tragédias de uma hora para outra haja vista alertas das autoridades no combate a essa pratica !
Oh guardiões do céu, patrulhas celestes protegei nossos pássaros de ferro!
Porque os homens, os que inadvertidamente soltam estes gigantes voadores sem destino e errantes estes sim são os culpados mas esses veículos sem tripulantes e sem eira nem beira não tem culpa de ter sido lançados ao leo!
Preparei o café e depois passado e ter tomado uma xícara fui como de costume caminhando por uns três quarteirões bem devagar porque pressa eu já tive.
Fiz um trajeto o qual tinha a minha esquerda uma vasta área verde, por onde mesmo agonizando serpenteia o Rio Tietê cuja nascente fica a poucos quilômetros atrás.
Ando sempre a observar pessoas que vão e vem e principalmente o horizonte e é que está ao meu redor e o firmamento, ah este é sempre fascinante observar, está em constante mudança...e hoje o que chamava atenção além da cerração, na baixada, que se forma de manhã sob os rios e vegetação ribeirinha era o céu azul que na sua imensidão dezenas de balões coloridos levando cada qual uma bandeira diferente pareciam estavam correndo de alguma fiscalização, rumavam, alguns confabulando, outros solitários, rumo ao leste.
Me fez recordar Julio Verne em sua Cinco semanas num balão na travessia da África, Nova Zelândia outrora.
Mas não eram tão como aqueles Oh Deus.
Indefesos, entre os balões à mercê do vento passavam vários aviões há poucos metros abaixo, ora acima os gigantescos pássaros de ferro que acabaram de alçar voo do aeroporto internacional e Guarulhos.
Inocentemente estes insanos balões sem rumo, a esmo, não sabiam quão nocivos estavam Sendo.
O que é bonito aos olhos podem ser o horror que transforma em tragédias de uma hora para outra haja vista alertas das autoridades no combate a essa pratica !
Oh guardiões do céu, patrulhas celestes protegei nossos pássaros de ferro!
Porque os homens, os que inadvertidamente soltam estes gigantes voadores sem destino e errantes estes sim são os culpados mas esses veículos sem tripulantes e sem eira nem beira não tem culpa de ter sido lançados ao leo!
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Comentários (1)
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Diones
Esse escrito me fez lembrar a minha amada! Gostei muito. Parabéns...