Morro da onça.
Era esta a visão que eu tinha do Morro da Onça da janela da sala ou do alpendre da Fazenda de vovó onde passei toda minha infância e parte de minha adolescência.
Era costume desde minha tenra idade passar a pé, a cavalo, ou de Jeep aos pés deste morro nas caminhadas com papai, com menus avós ou tios.
Depois de sete anos de idade eu já me aventurava a entear na mata ainda existente ao pé do morro ladeado a oeste e sul por cafezais e outros plantios e ao norte por baixada e a leste desenhava-se no desfiladeiro trilhos sinuosos por onde passavam o gado em busca de boa pastagem. Gostava de olhar para baixo aquela grota com seus caminhos em forma de linhas que acompanhavam a topografia formando lindas linhas ao meio da pastagem verde do capim gordura que em sua florescência proporcionava um lindo espetáculo ao roçar do vendo em suas flores roxeadas nas pontas de suas hastes. Formava se uma onda em movimento harmônica de grande beleza.
Sempre que eu podia passar por ali sozinho ensaiava a escalada entrando na mata mas nunca me arrisque a subir rumo ao topo até que num dos verões da década de sessenta Meus primos Dalmo William, Jane, Raquel e Juanita foram para a fazenda de vovó.
Nossos dias eram sempre repletos de atividades. Gostávamos de explorar os arredores, o pomar que era repleto de frutas, os morros que circundavam a fazenda a oeste, onde passava a estrada para os Maias rumo a Boa Esperança ao sul uma bela colinha com seus topos ladeados de pedras. Passávamos horas conversando, saboreando frutas frescas e observando a paisagem.
Nota.: uma das crônicas do Livro PARA QUANDO A NOITE CHEGAR... Livro que narra minha histórias e estórias desde a mais tenra infância. Praticamente desde meu primeiro ano de idade.
Era costume desde minha tenra idade passar a pé, a cavalo, ou de Jeep aos pés deste morro nas caminhadas com papai, com menus avós ou tios.
Depois de sete anos de idade eu já me aventurava a entear na mata ainda existente ao pé do morro ladeado a oeste e sul por cafezais e outros plantios e ao norte por baixada e a leste desenhava-se no desfiladeiro trilhos sinuosos por onde passavam o gado em busca de boa pastagem. Gostava de olhar para baixo aquela grota com seus caminhos em forma de linhas que acompanhavam a topografia formando lindas linhas ao meio da pastagem verde do capim gordura que em sua florescência proporcionava um lindo espetáculo ao roçar do vendo em suas flores roxeadas nas pontas de suas hastes. Formava se uma onda em movimento harmônica de grande beleza.
Sempre que eu podia passar por ali sozinho ensaiava a escalada entrando na mata mas nunca me arrisque a subir rumo ao topo até que num dos verões da década de sessenta Meus primos Dalmo William, Jane, Raquel e Juanita foram para a fazenda de vovó.
Nossos dias eram sempre repletos de atividades. Gostávamos de explorar os arredores, o pomar que era repleto de frutas, os morros que circundavam a fazenda a oeste, onde passava a estrada para os Maias rumo a Boa Esperança ao sul uma bela colinha com seus topos ladeados de pedras. Passávamos horas conversando, saboreando frutas frescas e observando a paisagem.
Nota.: uma das crônicas do Livro PARA QUANDO A NOITE CHEGAR... Livro que narra minha histórias e estórias desde a mais tenra infância. Praticamente desde meu primeiro ano de idade.
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