Prisioneira da alma que sente
Ouço, ouço simplesmente o pensamento
Aquele que me traz ao longe, o horizonte
Sentires que esvoaçam nas asas do vento
Revendo uma vida, pisando uma só ponte.
Sinto, sinto o peito cá dentro em desordeno
Dança ao ritmo da alma que escuta o silêncio
Suplico que acalme, mas eu já não ordeno
Sou prisioneira da alma que é quem sente.
Fecho os olhos, não preciso de olhar e ver
Pois a alma sente ao escutar todos os sons,
A alma ri e chora, nela só tenho de crescer
Aprender as vivências da alma e viver!
Maria dos Santos Alves, 14 de Junho de 2013
https://www.facebook.com/pages/Poesia-ao-luar-Maria-Santos-Alves
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