O ETERNO SILÊNCIO DE ANA!
Eu conheço meu céu,
é cinza, sempre foi cinza,
eu conheço minha carne,
sempre antropofagicamente
faminta,
eu conheço minhas noites,
são inundadas de sombras
de frios;
mesmo assim,
por sentimento que em mim
se solidificou,
eu tentei te amar
do jeito que tu querias, conseguindo
apenas deitar em ti um rastro
de lágrimas frias!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski