O VINHO É RUBRO FEITO SANGUE
O vinho é rubro feito sangue na veia,
Que a ira bebe ante um sol escaldante,
Inebria e manieta o malfazejo numa teia,
Quando o seu espírito soa arrogante.
O sangue é o vinho da vida do desejo,
A alma é o indivisível que viaja invisível,
Desligada da matéria em um ensejo,
Se o vinho envenenar um aborrecível.
Numa garrafa cheia de infâmia e paixão,
Duma bebida, Rubra, forte e embriagante,
Por uma mistura que incendeia o coração,
Exala ódio pela má conduta de um amante.
Que a ira bebe ante um sol escaldante,
Inebria e manieta o malfazejo numa teia,
Quando o seu espírito soa arrogante.
O sangue é o vinho da vida do desejo,
A alma é o indivisível que viaja invisível,
Desligada da matéria em um ensejo,
Se o vinho envenenar um aborrecível.
Numa garrafa cheia de infâmia e paixão,
Duma bebida, Rubra, forte e embriagante,
Por uma mistura que incendeia o coração,
Exala ódio pela má conduta de um amante.
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