CORAÇÃO GELADO
E eu que fui torcido por fortes mãos,
Quarado em uma pedreira quente,
Secado em varais de solidão,
Dobrado por bocas abertas arrogantes,
Guardado no gélido frio distante.
Que o corpo pela vida foi surrado,
E as marcas nunca hão de desaparecer,
E sem a compaixão dela, melhor morrer,
Se por amor não aquecer este coração gelado.
Quarado em uma pedreira quente,
Secado em varais de solidão,
Dobrado por bocas abertas arrogantes,
Guardado no gélido frio distante.
Que o corpo pela vida foi surrado,
E as marcas nunca hão de desaparecer,
E sem a compaixão dela, melhor morrer,
Se por amor não aquecer este coração gelado.