Rio de Janeiro (Pelópidas Gouvêa)
Cidade linda de contraste vivo:
De um lado o marque a onda altea
E, com fragor, impele sobre a areia
- Branco lençol de folios e de crivo;
De arranha céus a sólida cadeia
Parece opor-se ao mar intempestivo.
No grande asfalto - centro produtivo -
Desgasta-se o homem na brutal colméia.
De luxo, passam desabridamente,
Os automóveis obstruindo as ruas,
Deixando opresso o coração da gente.
Nas praias chiques as mulheres belas,
À luz do sol, se exibem semi-nuas...
Enquanto aflige, o quadro das favelas!
De um lado o marque a onda altea
E, com fragor, impele sobre a areia
- Branco lençol de folios e de crivo;
De arranha céus a sólida cadeia
Parece opor-se ao mar intempestivo.
No grande asfalto - centro produtivo -
Desgasta-se o homem na brutal colméia.
De luxo, passam desabridamente,
Os automóveis obstruindo as ruas,
Deixando opresso o coração da gente.
Nas praias chiques as mulheres belas,
À luz do sol, se exibem semi-nuas...
Enquanto aflige, o quadro das favelas!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Revendo o que nunca antes
Se é de mágoa o que se cala sem régua o que ala que se faça entrave ao que molhe o deserto da língua com o suor do espanto
Darlan de Matos Cunha
Imponente irradiar longínquo
De cada comovente adeus
Tendo eu por singular
O instante
Ouço a Tua voz
Simples realidade diáfana
Num imponente irra…
de Oliveira Melo
Imponente irradiar longínquo
De cada comovente adeus
Tendo eu por singular
O instante
Ouço a Tua voz
Simples realidade diáfana
Num imponente irra…
de Oliveira Melo
Esther
Vou me prostar perante a ti oh. imaculada Esther ... por suas virtudes e coragem perante as adversidades que teu povo passou. E com a cor…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*