ONDE ESTÁS AGORA?
Diga-me, onde estás agora?
Por que tenho que esperar tanto?
Abandonou-me, a solidão me devora
Não consigo segurar o pranto.
Lágrimas quentes de tristeza
Um vinho barato sobre a mesa
Coração alegre seria minha riqueza
E eu te chamando de princesa.
Desconsolado faço proeza
Sinto o meu corpo relaxar
Uma sensação de fraqueza
Faz o meu sonho se acabar.
Quero esquecer toda esta dor
Este estado vil e atordoado
Quero ficar esperto acordado
Te esperando o tempo que for.
Por que tenho que esperar tanto?
Abandonou-me, a solidão me devora
Não consigo segurar o pranto.
Lágrimas quentes de tristeza
Um vinho barato sobre a mesa
Coração alegre seria minha riqueza
E eu te chamando de princesa.
Desconsolado faço proeza
Sinto o meu corpo relaxar
Uma sensação de fraqueza
Faz o meu sonho se acabar.
Quero esquecer toda esta dor
Este estado vil e atordoado
Quero ficar esperto acordado
Te esperando o tempo que for.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia
Muros de pedra ! - 24/07/2026
Eu tinha o mundo perdido
Na palma de minha mão,
Livre e solto, sacudido
Sem dinheiro, sem tostão.
…
Armando A. C. Garcia
A força inexplicável ! - (soneto) - 25/07/2026
A força inexplicável, chamada sorte,
Como não é constante no indivíduo,
Por não ser ela um predicado assíduo
N…
Armando A. C. Garcia