O METAL SOA RETINENTE
O metal soa retinente e agudo
Um som que invade o universo
Que faz milagres no cego e mudo
E com seus olhos e boca faz verso.
São trombetas açacaladas de ouro
Tocadas por uma legião de anjos
Que anunciam um evento vindouro
Com os mais perfeitos arranjos.
As bocas cantam sons orquestrados
Pelas vozes de selvagens criaturas
Com ouvidos íntimos e apurados
O ex-cego e mudo faz acuradas leituras.
São notas de canções mais puras
Que tocam e fazem vibrar a alma
Com teus sentidos lê as estruturas
O ex-cego e mudo com toda calma.
Entende que cantam essas criaturas
Com suas vozes louvores nobres
Em seus instintos adoram as Escrituras
Diferentes de nós humanos pobres
De ânimos dobres com nossas loucuras.
Um som que invade o universo
Que faz milagres no cego e mudo
E com seus olhos e boca faz verso.
São trombetas açacaladas de ouro
Tocadas por uma legião de anjos
Que anunciam um evento vindouro
Com os mais perfeitos arranjos.
As bocas cantam sons orquestrados
Pelas vozes de selvagens criaturas
Com ouvidos íntimos e apurados
O ex-cego e mudo faz acuradas leituras.
São notas de canções mais puras
Que tocam e fazem vibrar a alma
Com teus sentidos lê as estruturas
O ex-cego e mudo com toda calma.
Entende que cantam essas criaturas
Com suas vozes louvores nobres
Em seus instintos adoram as Escrituras
Diferentes de nós humanos pobres
De ânimos dobres com nossas loucuras.
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