CANÇÃO DA CHUVA II

Quando a chuva do céu desata,
o verde da campina logo resplandece.
Velozes, serpenteando, os fios d'água
o árido e ressequido chão umedecem.
Com avidez a bátega infrene
fecunda da terra-mãe o ventre indene
e a vida, por todo o sertão, pulula, vibra e estremece.
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