MENINAS
Quanta saudade tenho
daqueles tempos de criança
daquelas meninas de trança
brincando na corrente mansa
do rio Itapecuru.
Lembro de toda molecada!
Era um verdadeiro sururu
quando saíamos da escola:
correndo em desabalada
íamos olhar as coxas peladas
das meninas de trança que
banhavam no rio Itapecuru.
Passou o tempo! Passa, enfim, a vida!
Passaram águas; ficaram saudades!
E eu, jaburu sem rio e sem guarida
estou à margem das iniquidades.
As meninas de tranças; coxas peladas,
onde andarão?
Será que são amadas?
Que águas lavam aqueles mamilos retesados?
Quanta saudade tenho
daqueles tempos de criança
daquelas meninas de trança
brincando na corrente mansa do rio Itapecuru.
daqueles tempos de criança
daquelas meninas de trança
brincando na corrente mansa
do rio Itapecuru.
Lembro de toda molecada!
Era um verdadeiro sururu
quando saíamos da escola:
correndo em desabalada
íamos olhar as coxas peladas
das meninas de trança que
banhavam no rio Itapecuru.
Passou o tempo! Passa, enfim, a vida!
Passaram águas; ficaram saudades!
E eu, jaburu sem rio e sem guarida
estou à margem das iniquidades.
As meninas de tranças; coxas peladas,
onde andarão?
Será que são amadas?
Que águas lavam aqueles mamilos retesados?
Quanta saudade tenho
daqueles tempos de criança
daquelas meninas de trança
brincando na corrente mansa do rio Itapecuru.
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