Dor da Alma
Não há saída para a vida, a não ser a própria vida,
E nas mais longínquas escuridões da alma, ainda repousa a ternura,
Por que procuras a dor se suporta-a sempre na solidão,
Um grito, um gemido, então, aquieta-se e chora.
Fica em silêncio e escuta o som,
Sim, somos almas diferentes, buscamos outras necessidades,
Então continuamos caminhando...
E nas mais longínquas escuridões da alma, ainda repousa a ternura,
Por que procuras a dor se suporta-a sempre na solidão,
Um grito, um gemido, então, aquieta-se e chora.
Fica em silêncio e escuta o som,
Sim, somos almas diferentes, buscamos outras necessidades,
Então continuamos caminhando...
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Liberdades e opioides
As chaves rodam soturnas, esperançosas de um voltar tardio Lá fora, o fumo passa ao dedo, em rodas, onde querem ver e ser vistos Circulam…
Rafael Gonçalves
Findar
Faz tempo que ser imortal era curto E o pânico vestia-se dessa brevidade Até que senti o quão frágil sou E que o melhor é perecer Já não…
Rafael Gonçalves
Abraço
Já não é um abraço. É muito mais É um arrepio na nuca descoberta É a reflexão no conforto do mo(vi)mento É o amor de Camões na simplicida…
Rafael Gonçalves
MMF
Na perda, diferentes formas de tempo moldam a ausência A tua História muito curta, no entanto, marcaste muitas Tornaste-as vãs pela belez…
Rafael Gonçalves