Como é amar a Ana?
Jovem escritor, agricultor e ceifador da minha existência
No ardor do peito, e me deleito, com o temor da condolência
dor do amor; resiliência, malemolência e prepotencia
trago o fragor triste do tremor, do brilho do trilho
que vai do Sertão até à Canção de Exílio.
Batuque um canto, concreto
Objeto direto certo e repleto
completo, indireto, maestro.
E mostra-te, ó auge da juventude:
como é amar a Ana?
Que ature na completude
da divina comédia humana.
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