Sigo
E agora, por onde vou, onde estou?
Quiméras melancólicas pairam na minha cabeça,
A passos lentos, a sofreguidão dos dias seguem,
E a desventura marca sua presença na solidão.
Vil inimigo a marchar incólume no interior de minha alma insâna,
Luta desigual para quem ferido, pela vida segue,
Ó amor, ó ternura, onde andam, ondem tecem suas finas teias,
Prendam-me a alma no covil do aracne dos sonhos...
Quiméras melancólicas pairam na minha cabeça,
A passos lentos, a sofreguidão dos dias seguem,
E a desventura marca sua presença na solidão.
Vil inimigo a marchar incólume no interior de minha alma insâna,
Luta desigual para quem ferido, pela vida segue,
Ó amor, ó ternura, onde andam, ondem tecem suas finas teias,
Prendam-me a alma no covil do aracne dos sonhos...
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