Hoje me conheço melhor
Por mares nunca navegados de agonia fui lançado
Fraquejei em ondas finitas que pareciam não ter fim
Desbravando meus próprios traumas
Navegando num casco mau feito e incógnito
Mal verificado e injustiçado, pois aguentou forte
Sobrevive ao martírio e a jornada
Descobrindo do que sou capaz
De que não sou feito de fumaça
E que seja o martírio ou a graça
Desbravarei sem medo
Com a força desse nosso amor pagão
Que de tanto amor dos olhos escorrem
As lágrimas que sepultam o vazio
Que outrora avia em mim
E que nesse sorriso brando semeie eternamente
A felicidade que sinto por ti, minha amada
Fraquejei em ondas finitas que pareciam não ter fim
Desbravando meus próprios traumas
Navegando num casco mau feito e incógnito
Mal verificado e injustiçado, pois aguentou forte
Sobrevive ao martírio e a jornada
Descobrindo do que sou capaz
De que não sou feito de fumaça
E que seja o martírio ou a graça
Desbravarei sem medo
Com a força desse nosso amor pagão
Que de tanto amor dos olhos escorrem
As lágrimas que sepultam o vazio
Que outrora avia em mim
E que nesse sorriso brando semeie eternamente
A felicidade que sinto por ti, minha amada
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
dopo la tempesta
depois da tempestade é que se sabe trabalhar cansa feito um teorema um dilema na conta do dia depois da tempestade gritos tardios dois r…
Darlan de Matos Cunha
canção para desfile de tropas
música para desfile de tropas aqui não se faz possível mas o mundo é vasto para tanto pasto para tanto risco gestor de si mesmo às avessa…
Darlan de Matos Cunha
Liberdades e opioides
Nem sempre à noite, mas de noite, sempre. As chaves rodam soturnas, esperançosas de um voltar tardio. Lá fora, o fumo passa ao dedo, em r…
Rafael Gonçalves
pender
pender feito cipó procurando algo mais do que o abrigo da árvore gigante busca-se o solo assim é pender de cabeça para baixo - que o noss…
Darlan de Matos Cunha