Só os pássaros ão de ouvir.
Tempestade que a de me ouvir,
me ouça clamar.
Oque eu sinto por ele me faz inundar
em um sentimento fraterno.
Não sei quando ou onde a que horas ou
porque só sei que quando te olho fico sem saber
Oque fazer.
Se meu olhar encontrar o seu e você piscar pra
Mim então irei saber que voce me corresponde
E irei te mandar uma carta pra nos poder se ver.
Do meu interno ao meu externo luto pra te esquecer
Mais te ver todo dia me faz te querer mais
Que culpa eu tenho se o seu olhar é uma dadiva do meu calar.
me ouça clamar.
Oque eu sinto por ele me faz inundar
em um sentimento fraterno.
Não sei quando ou onde a que horas ou
porque só sei que quando te olho fico sem saber
Oque fazer.
Se meu olhar encontrar o seu e você piscar pra
Mim então irei saber que voce me corresponde
E irei te mandar uma carta pra nos poder se ver.
Do meu interno ao meu externo luto pra te esquecer
Mais te ver todo dia me faz te querer mais
Que culpa eu tenho se o seu olhar é uma dadiva do meu calar.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia
Muros de pedra ! - 24/07/2026
Eu tinha o mundo perdido
Na palma de minha mão,
Livre e solto, sacudido
Sem dinheiro, sem tostão.
…
Armando A. C. Garcia
A força inexplicável ! - (soneto) - 25/07/2026
A força inexplicável, chamada sorte,
Como não é constante no indivíduo,
Por não ser ela um predicado assíduo
N…
Armando A. C. Garcia