operários II
envelheço as rugas
porque não tenho pressa
quando morre a labuta
da noite, caem as estrelas em vão?
o que escreve
um operário após um
dia de chão?
e sentado, a beira da minha testa,
canso os braços do pão
recosto sob as horas
à espreita do Cão
releio as sobras
de uma vida em vão
mas envelheço as rugas
porque não tenho pressa
jeronimo
porque não tenho pressa
quando morre a labuta
da noite, caem as estrelas em vão?
o que escreve
um operário após um
dia de chão?
e sentado, a beira da minha testa,
canso os braços do pão
recosto sob as horas
à espreita do Cão
releio as sobras
de uma vida em vão
mas envelheço as rugas
porque não tenho pressa
jeronimo
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski