237 - FELIZ
Feliz serei enfim, refém plebeu?
Expus amor leal até aqui?
Desfiz prazer fatal? Por que vivi?
Paixão achou pudor? Suor correu?
Reluz manhã, produz azul, ardeu?
Razão virá melhor? Alguém sorri?
Eu sou fiel? Mulher, cheguei aí?
Aí cheguei: Mulher fiel, sou eu!
Sorri. Alguém melhor virá. Razão
Ardeu. Azul produz manhã, reluz.
Correu suor: pudor achou paixão.
Vivi porque fatal prazer desfiz.
Aqui, até leal amor expus.
Plebeu refém, enfim serei feliz!
(Autor: EDEN SANTOS OLIVEIRA. Soneto e palíndromo escrito para a minha esposa INGRID ROSA em 01/02/2019)
Expus amor leal até aqui?
Desfiz prazer fatal? Por que vivi?
Paixão achou pudor? Suor correu?
Reluz manhã, produz azul, ardeu?
Razão virá melhor? Alguém sorri?
Eu sou fiel? Mulher, cheguei aí?
Aí cheguei: Mulher fiel, sou eu!
Sorri. Alguém melhor virá. Razão
Ardeu. Azul produz manhã, reluz.
Correu suor: pudor achou paixão.
Vivi porque fatal prazer desfiz.
Aqui, até leal amor expus.
Plebeu refém, enfim serei feliz!
(Autor: EDEN SANTOS OLIVEIRA. Soneto e palíndromo escrito para a minha esposa INGRID ROSA em 01/02/2019)
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