EMPÁFIA
Tu pìsas assim no eu que sinto
E o declaro a ti com desvelo
Mas prestes estás, eu precinto
Da dor de não mais o te-lo
As comendas que a ti eu dedico
Trata-as como plumas ao vento
Mas dardos serão em teus conflitos
Quando da solidão, no tormento
Carinho se paga é com um sorriso
Mesmo quando a paixão for nada
Mas mágoas sangram, viram chagas
Amores se vão em vento frio
Charme morre com a alvorada
Mas todos se vão ao fim da estrada
E o declaro a ti com desvelo
Mas prestes estás, eu precinto
Da dor de não mais o te-lo
As comendas que a ti eu dedico
Trata-as como plumas ao vento
Mas dardos serão em teus conflitos
Quando da solidão, no tormento
Carinho se paga é com um sorriso
Mesmo quando a paixão for nada
Mas mágoas sangram, viram chagas
Amores se vão em vento frio
Charme morre com a alvorada
Mas todos se vão ao fim da estrada
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
De ti jamais irei desistir
Enquanto houver em mim desejo
Sempre irei pedir um beijo
Enquanto houver a certeza
voou-te querer e amar, com certeza
Enquant…
Tsunamidesaudade63
Shofar
Abençoe Adonai a força de um leão gigante - perante o nosso coração - que brilhe sua imensa luz na paz e na guerra. Protegei-nos por nos…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
cores
tarde em cores frias boca triste avermelhada pingo azul mão molhada sala com luz amarela
manhã quente céu laranja …
feudido
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal