Um gomo de luar

Qual presságio subtil e supremo caindo sob
O peso de uma solidão tremenda o destino
Tomba além vergado neste silêncio tão sucinto
Avalio atentamente cada gomo de luar nascendo
Na noite quase sempre falsificada por uma
Luminescência triste, complacente…em debandada
Numa patuscada de silêncios enamorados a saudade
Deixa indecifráveis memórias pintando aquele
Quadro de emoções tão sensoriais…tão inexplicáveis
Frederico de Castro
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*