Estranho eu
Ó, estranhos, por tempos evite-lhe-eis
Mas não me culpem, pois estranhos eram vocês
Enfim, tudo mudou
Estranhos não mais, meus amigos, acabou
Conhecidos me estranharam
Estranhos se tornaram
O estranho virou belo
O ordinário, patético
Porém, entretanto, todavia
Esse ciclo vicioso se repetia
O estranho tornara-se comum
O comum tornara-se estranho
Então, mais uma vez,
Ó, estranhos, por tempos evite-lhe-eis
Mas não me culpem, pois estranhos eram vocês
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