MAIS UMA VEZ
Que não me mate a terra
Nem a vida me consuma
Antes de alcançar a serra
Para ver-te, linda, na luna
Que o pranto qu’eu deitar
Não me estorve as vistas
Não seja longo quão mar,
Mas ainda impressionista
Pois não basta estar triste
Tem que revelar essa dor
Saudade é dor sem limite
Ah um dia ou dois talvez!
Um tempo pro meu amor
Te sonhar mais uma vez.
mauro
Nem a vida me consuma
Antes de alcançar a serra
Para ver-te, linda, na luna
Que o pranto qu’eu deitar
Não me estorve as vistas
Não seja longo quão mar,
Mas ainda impressionista
Pois não basta estar triste
Tem que revelar essa dor
Saudade é dor sem limite
Ah um dia ou dois talvez!
Um tempo pro meu amor
Te sonhar mais uma vez.
mauro
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Shofar
Abençoe Adonai a força de um leão gigante - perante o nosso coração - que brilhe sua imensa luz na paz e na guerra. Protegei-nos por nos…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
cores
tarde em cores frias boca triste avermelhada pingo azul mão molhada sala com luz amarela
manhã quente céu laranja …
feudido
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia