Cidadela onírica.
Uma cidade feita de vidro
Com rios de ouro fundido
Nas praças fontes de vinho tinto
As ruas serenas, sem nenhum ruído,
Espelhos nos céus refletindo a terra
A luz erradia de toda matéria, sem sóis nem estrelas
Não há escuridão, armas, nem guerras
Longe de qualquer possível miséria,
Aqui todos são seus reis
Linha hierárquica nivelada
Nem por baixo, nem por cima das leis
“o paraíso” pelos anjos chamada,
Os maiores tesouros são infinitos poemas
Versos preciosos como a mais fina jóia
Muita beleza pra mente, não temas
Somos a cura da divina paranóia,
A entrada das nossas terras
É o arco do espinheiro
Que cortam e deixam feridas abertas
A todas as almas perversas.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Maculável Mulher.
Por onde tu andares , lá estarei junto ... pois sempre que precisares de minha presença - com minhas mãos estendidas te recuperarei. Se…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Haicais sentido
Haicais sentido
Jorge E. Leal
Finjo no verão,
Não ver outras estações,
E curto as nuances. …
Julian Lael
Conluios
conluios maquetas inventários nada a limpo em momento algum ó, ninguém soube dizer como o velho barco ficara na praia por décadas, e de …
Darlan de Matos Cunha