Outra vez que envelheces
(Aos que envelhecem)
O grande objeto comove-se ao chão
e por sobre seu imoto redor, o chão
e a procedência calma deste tempo
o grande objeto comove-se pela calçada
intacto e grande, e passa-se, como passa
o hálito desmedido das horas
Vê como és frágil, a este ponto, às horas
as que iças junto aos corpos desta terra
se há em ti a permissão de vê-los
aos objetos de menor contenença
iça-os ao comovido chão do grande objeto
se estás ainda a estas horas, quando iças
ao chão e aos redores, e dirige-te
donde estiveres em caudas, ao comovido céu
e à dele várzea tão de mesmo comovente
abaixo do grande objeto
Vê como és frágil a este ponto, ao objeto
grande por sobre erguido em tua nuca
e que a teu imoto redor comove-te
se deparas umas flores miúdas, quais te parecem
fortes, que te parecem homens.
O grande objeto comove-se ao chão
e por sobre seu imoto redor, o chão
e a procedência calma deste tempo
o grande objeto comove-se pela calçada
intacto e grande, e passa-se, como passa
o hálito desmedido das horas
Vê como és frágil, a este ponto, às horas
as que iças junto aos corpos desta terra
se há em ti a permissão de vê-los
aos objetos de menor contenença
iça-os ao comovido chão do grande objeto
se estás ainda a estas horas, quando iças
ao chão e aos redores, e dirige-te
donde estiveres em caudas, ao comovido céu
e à dele várzea tão de mesmo comovente
abaixo do grande objeto
Vê como és frágil a este ponto, ao objeto
grande por sobre erguido em tua nuca
e que a teu imoto redor comove-te
se deparas umas flores miúdas, quais te parecem
fortes, que te parecem homens.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
A beleza de teus seios.
Oh... minha amada quero você junto a mim - como as pétalas de rosas que estão a nascer - em uma manhã de claridade surreal - onde a bel…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*