Imortalidade

Por que não somos felizes de outra forma, exceto da forma que achamos correta,
Por que tenho de sorrir quando o que me dizes mareja meus olhos e me corta mais que uma adaga?
Mil questões vivas em minha cabeça, esperando serem respondidas,
Por não achar ninguém para respondê-las, morrem de curiosidade.
Sorrir para ti dói, mas não mata.
Dou um sorriso debochado, sarcástico. Aquele, que te feres.
E você, fere-me, não com palavras, mas com o punho.
Dói, como dói, mas continuo a sorrir. Não era isso que querias? Um sorriso. Aí está! Cortante.
A faca também, a que me corta em pedacinhos. Não se engane, porém, sorrir não mata, viverei para sempre.
E como vou sorrir! Gloriosa. Quando achares que estás louco, gritar tarde da noite, ligar para mamãe, por sentir uma mãozinha gélida te tocando, e uma risada dentro da alma.
Viverei feliz para sempre, meu bem!
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