PRAIA DAS OSTRAS
Logo o mar da vida nos colocará pra fora
Pra sermos apenas resíduos da história
Onde os mais belos castelos edificados
Já serão meras catacumbas do passado
Por mais bela que seja nossa aparência
Somos apenas moluscos na existência
E quando a areia da ampulheta se esgota
é que se sabe quem deu pérolas ou gosma
Quão mais vultosos sejam os bens deixados
Mais mostram o quanto esteve enganado
Quem optou por viver para si apenas
Vazio e nu chegará por fim na eternidade
Sem no seu bojo portar a fé e a caridade
Apenas lixo de sua arrogância efêmera
Pra sermos apenas resíduos da história
Onde os mais belos castelos edificados
Já serão meras catacumbas do passado
Por mais bela que seja nossa aparência
Somos apenas moluscos na existência
E quando a areia da ampulheta se esgota
é que se sabe quem deu pérolas ou gosma
Quão mais vultosos sejam os bens deixados
Mais mostram o quanto esteve enganado
Quem optou por viver para si apenas
Vazio e nu chegará por fim na eternidade
Sem no seu bojo portar a fé e a caridade
Apenas lixo de sua arrogância efêmera
Comentários (2)
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Samuel da Mata
Autor
2013-09-24
tuas escritas são belas e ricas de sentimentos, adoro l:e-las; Obrigado pelo incentivo, mas me sinto mais alguém que tenta esculpir as mensagens que ha nas imagens e fotos, além de expressar os desencantos meus e de outros.
2013-09-24
Lindo tudo que escreves, estou transferindo os textos para este site , é a razão de tantos sonetos e textos postados. Tenho poucos dias. Aplausos
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