BORBOLETAS AZUIS.

A tarde move-se como fragatas
Com opulentas nuvens cinzas
Levando nas asas da imaginação
Rios que vagam ternas lembranças.
Nestas trôpegas caminhadas, sinto
As portas da alma flutuarem nuas
O encontro da luz viscosa da lua
Iluminando rios que vem a mim.
O céu olha para mim sentido e calmo
Tentando gerar uma luz rubra a Lumiar
Em suaves tons de tela, com arco-íris.
Através da vidraça, vislumbro a flor branca
Sinto uma certa paz em suas pétalas castras
Levando sentimentos como borboletas azuis.
ltslima
16.03.19.
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