velho poema...
apetece-me virar meu olhar para ti
ver-te como da primeira vez te vi.
apetece-me aqueles dias de amor
do banco do jardim ao sol-pôr.
ouvir-te juras de amor eternas
na tua voz rouca...
apetece-me os beijos que me deixavam louca
o teu sorrir quando te chamo
e te digo que te amo.
apetece-me, roubar à noite mais horas
num completo sonhar de felicidade
na minha memória moras...
a deleitar-me o gosto p'la vida com saudade.
esqueçamos as rugas amarelecidas,
nos nossos rostos caídas.
e ainda com ânsia o amor desvendar.
e quanto mais loucura
mais ternura...
apetece-me tocar-te, mais uma vez!
mais uma vez te abraçar...
tantas as vezes que amor já se fez
que é bom lembrar o passado...
apetece-me no presente,
este amor em mim enleado.
apetecem-me teus lábios incendiados
insanidade...loucura!
tenho meus olhos cerrados
meus sentidos a fazerem-se rogados
na esperança da tua ternura.
rosafogo
natalia nuno
ver-te como da primeira vez te vi.
apetece-me aqueles dias de amor
do banco do jardim ao sol-pôr.
ouvir-te juras de amor eternas
na tua voz rouca...
apetece-me os beijos que me deixavam louca
o teu sorrir quando te chamo
e te digo que te amo.
apetece-me, roubar à noite mais horas
num completo sonhar de felicidade
na minha memória moras...
a deleitar-me o gosto p'la vida com saudade.
esqueçamos as rugas amarelecidas,
nos nossos rostos caídas.
e ainda com ânsia o amor desvendar.
e quanto mais loucura
mais ternura...
apetece-me tocar-te, mais uma vez!
mais uma vez te abraçar...
tantas as vezes que amor já se fez
que é bom lembrar o passado...
apetece-me no presente,
este amor em mim enleado.
apetecem-me teus lábios incendiados
insanidade...loucura!
tenho meus olhos cerrados
meus sentidos a fazerem-se rogados
na esperança da tua ternura.
rosafogo
natalia nuno
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