FINAL DO DIA
A dor sempre foi mal educada, não pede licença, invade a casa. Mas, quem abriria a ela as portas? A dor e vento sempre entram pelas frestas. Assim é a vida, os ventos que trazem os netos são os que levam os avôs. Poeira nós somos, como a poeira voamos e aos poucos ao pó nos integramos. Dói em nós saber quão curta é a vida, mas, por mais a espichássemos talvez ainda não desse em nada, pois não é o tempo que é pouco, talvez sejamos nós que nos apequenamos demais e não conseguimos desfrutar toda beleza da jornada. A gente pode em pouco viver muito ou em muito viver nada. Confiemos em Deus, não abramos espaço ao lamento, pois muitos dos que veem a tarde preferiam ter partido cedo. Meus sentimentos aos entes e lágrimas de solidariedade.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Marítima alusão da vida
no convés de mim singro minhas águas as que fluem do riso as que nadam as lágrimas quase todas resumidas nas correntezas que lavro atrav…
AurelioAquino
So sad he had to go
So sad he had to go
Yes he was suffering a lot
He was an alcoholic also
He used to drink like fish
Yes he was destroying his liver
A…
Aldo gabbay kraas
Um casal ( a terra e o humano )
Nossa criação humana sempre foi muito bela... desde a formação desta magnifica terra - nada foi criado contra o homem e a mulher... pelo …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Texto sobre o amor.
Minha noite é uma caminhada para o dia... que vem em silêncio se aproximando em cantos de chiados por passarinhos - meus olhos estão quei…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*