Nunca fui uma mulher de artimanhas
Nunca fui uma mulher de artimanhas
Mulher de perfumes
De velas aromáticas, óleos e fantasias
Nunca fui mulher de máscaras
E cintas-ligas
Mulher de meias 7/8
Sempre fui mulher de inteiras
De querer agora
De repentes
Mulher de acasos
E acontecimentos
Desta vez
Quero fazer diferente.
Mulher de perfumes
De velas aromáticas, óleos e fantasias
Nunca fui mulher de máscaras
E cintas-ligas
Mulher de meias 7/8
Sempre fui mulher de inteiras
De querer agora
De repentes
Mulher de acasos
E acontecimentos
Desta vez
Quero fazer diferente.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Orquídeas negras
Coloquei o esplendor de orquídeas negras,
para observar os senhores das guerras.
Revigoro a memória corpórea como quem
dança a …
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
a janela está aberta
sem frestas com uma grossa cortina dura sem que passe qualquer partícula poeira ou até vida por trás a impossível grade de ferro por aqu…
Kátia Surreal
Pindaíba-vermelha
Agradecer à primavera pelo florescer
bonito da Pindaíba-vermelha.
embora a gente saiba que não nasça
na Mata Atlântica do sul …
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Pacari
Primavera da memória afetiva
do Pacari em Santa Catarina,
ele dá sombra e é curador,
e, com sua florada, enche
o coração com …
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski