Dois corpos
Quebrei o meu silêncio em tua direção,
Tive coragem de enfrentar o medo de amar,
Entreguei o meu coração em tuas mãos,
Mesmo estando com a alma tímida,
No desconhecido mundo deste sentimento,
Tão novo quanto o teu olhar em mim.
Deixei o riso desconcertado ilustrar-me,
Inquieto desejo em mãos trêmulas,
Tendo o olhar perdido em confidências,
A viajar no infinito da imaginação,
Desenhando os beijos que ainda não te dei,
Inquieto coração incandescente.
Meu pensamento canta o teu nome,
Enquanto meu corpo eclode lentamente,
Inebriado de fantasia cintilante,
Buscando o seu interior de delícias,
Tesouros corporais que me enriquece,
Neste palácio de amores que me abriga.
Vou entre as curvas do caminho,
De mãos dadas com a esperança,
Olhando seu nome gravado nos astros,
Este céu de estrelas que te revela,
Na imensidão da nossa evidência,
Sublime prodígio do destino.
Tive coragem de enfrentar o medo de amar,
Entreguei o meu coração em tuas mãos,
Mesmo estando com a alma tímida,
No desconhecido mundo deste sentimento,
Tão novo quanto o teu olhar em mim.
Deixei o riso desconcertado ilustrar-me,
Inquieto desejo em mãos trêmulas,
Tendo o olhar perdido em confidências,
A viajar no infinito da imaginação,
Desenhando os beijos que ainda não te dei,
Inquieto coração incandescente.
Meu pensamento canta o teu nome,
Enquanto meu corpo eclode lentamente,
Inebriado de fantasia cintilante,
Buscando o seu interior de delícias,
Tesouros corporais que me enriquece,
Neste palácio de amores que me abriga.
Vou entre as curvas do caminho,
De mãos dadas com a esperança,
Olhando seu nome gravado nos astros,
Este céu de estrelas que te revela,
Na imensidão da nossa evidência,
Sublime prodígio do destino.
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