SEGUNDAS INTENÇÕES
Meu poema não tem segundas intenções
As palavras sabem da própria densidade
Que lhes é delegada
Por isso pesam suficientes dentro das emoções
Que os versos transmitem
E falam diretas ao coração
Sabe, eu às vezes ignoro algumas ideias
Por acha-las fora de algum contexto real
E cometo o maior dos erros de um poeta
Que seria renega-las por meras concepções
Pessoais dos axiomas e suas conjecturas
Preciso aprender a não ter desprezo por verso algum
Porque são eles que compõem esse universo encantador
Capaz de tocar a alma como uma oração
Que faz soar um canto de Deus num aperto de mão
Ou a sensibilidade nos olhos do ateu
Ao perceber a natureza farta que se procria
Na sucessão de letras que se coadunam
Nas estrofes de uma poesia
A maior intenção de qualquer poema meu
É tocar tua mente com a maestria de uma orquestra
Ou depositar nos teus lábios um despretensioso beijo
As palavras sabem da própria densidade
Que lhes é delegada
Por isso pesam suficientes dentro das emoções
Que os versos transmitem
E falam diretas ao coração
Sabe, eu às vezes ignoro algumas ideias
Por acha-las fora de algum contexto real
E cometo o maior dos erros de um poeta
Que seria renega-las por meras concepções
Pessoais dos axiomas e suas conjecturas
Preciso aprender a não ter desprezo por verso algum
Porque são eles que compõem esse universo encantador
Capaz de tocar a alma como uma oração
Que faz soar um canto de Deus num aperto de mão
Ou a sensibilidade nos olhos do ateu
Ao perceber a natureza farta que se procria
Na sucessão de letras que se coadunam
Nas estrofes de uma poesia
A maior intenção de qualquer poema meu
É tocar tua mente com a maestria de uma orquestra
Ou depositar nos teus lábios um despretensioso beijo