O QUE FAZEM ESSES HOMENS
O que fazem esses homens eternos
Dentro de templos fechados
No silencio sem janelas
Nos enredos de seus passos
Íntimos mistérios
Escondidos em preceitos?
Talvez rezem ou procuram
A oração perfeita e pura
Que cure a alma pela doçura da caridade
E torne mais perfeita e fraterna
Cada ser e a humanidade.
Seriam tantas as respostas
Nessa batalha mística do escuro
Contra a magnitude da vida;
Talvez seja escura busca
Que se aclara com a visão ávida da luz.
Vencem ardilosas e árduas batalhas
Trazem consigo pura e reta
A estrada por onde aprimoram e aprumam
Seus vastos e próprios espaços.
Do que sei guardo com a alma
Se desconheço estudo, e se descubro
Cubro com o manto do segredo.
Me torno também mudo
Como a calma que me resta.
Poucos veem o que fazem
Esses homens de terno.
Dentro de templos fechados
No silencio sem janelas
Nos enredos de seus passos
Íntimos mistérios
Escondidos em preceitos?
Talvez rezem ou procuram
A oração perfeita e pura
Que cure a alma pela doçura da caridade
E torne mais perfeita e fraterna
Cada ser e a humanidade.
Seriam tantas as respostas
Nessa batalha mística do escuro
Contra a magnitude da vida;
Talvez seja escura busca
Que se aclara com a visão ávida da luz.
Vencem ardilosas e árduas batalhas
Trazem consigo pura e reta
A estrada por onde aprimoram e aprumam
Seus vastos e próprios espaços.
Do que sei guardo com a alma
Se desconheço estudo, e se descubro
Cubro com o manto do segredo.
Me torno também mudo
Como a calma que me resta.
Poucos veem o que fazem
Esses homens de terno.
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