A poesia borralheira Não tenho quem aqueça as minhas mãos geladas; nem mesmo quem me abrace e seque os olhos meus. Não mora em meu borralho, a dádiva das fadas; sapatos de cristal só servem pra museus...Nilza Azzi Comentários (0) ShareOn Partilhar Facebook WhatsApp X Iniciar sessão para publicar um comentário.