O velho sol
Pôs fogo na noite e foi dormir na cama gelada,
Olha para mim: estou nua.
Finjo inquietudes para controlar o sorriso
Deixo descobertos os cabelos
como se pudesse salvá-los da chuva
Pare de repetir palavras, sem elas
Crescemos à beira do caminho
sementes sem donos, sem compromissos
ervas lacônicas
a dona dos corações imagina por que os sonhos murcham de forma tão fácil
Sento-me na cadeira vermelha incendiada,
O velho sol já não responde
Tudo ocupado, todos condenados
Tudo dentro e tão fora de lugar
Charles Burck
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski