Chave
Quero novos caminhos para mim;
terra selvagem, bruta, primordial,
um verde que não deixe ver seu fim,
um mundo, onde nada é tal e qual...
As flores de perfume sem igual,
o canto celestial dos serafins,
o cheiro familiar do meu quintal,
detalhes sobre a fonte de onde vim.
Num bosque onde jamais vão me encontrar
habita a solidão... A paz ofusca
e faz do meu saber o meu fracasso.
Porém, se abro a trilha com meu braço,
quero cobrir de véus o céu da busca,
guardar algum mistério no que faço.
Nilza Azzi
terra selvagem, bruta, primordial,
um verde que não deixe ver seu fim,
um mundo, onde nada é tal e qual...
As flores de perfume sem igual,
o canto celestial dos serafins,
o cheiro familiar do meu quintal,
detalhes sobre a fonte de onde vim.
Num bosque onde jamais vão me encontrar
habita a solidão... A paz ofusca
e faz do meu saber o meu fracasso.
Porém, se abro a trilha com meu braço,
quero cobrir de véus o céu da busca,
guardar algum mistério no que faço.
Nilza Azzi
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