caos
Onde está a loucura?
O amor que me beija me escarra,
Afinidades metamórficas da morte silenciosa,
Desejos escusos ociosos sob a fúria,
Tempestade de sentimentos bestiais,
Inflando o ego doentio.
Eu te amo muito!
Também te amo!
És a mulher da minha vida,
Você é o homem que sempre quis,
O tempo passa...
A flor da juventude e das emoções murcham.
Onde está a paixão?
Nunca ouvi falar,
Na verdade nunca te amei,
Era só interesse,
Você era linda e agora!?
Você mudou tanto!
Muitas mentiras maquiadas.
Diálogos homicidas,
Objetos masculinos e femininos,
Macho e fêmea ferindo-se na igualdade!?
Disparidade de uma política suja,
Inversão de valores contraditórios,
Guerra entre os sexos impostos.
Mercenário amor de faces assombrosas,
Infiéis palavras imposturadas,
Estupidez aos ouvidos carentes,
Vítimas condescendentes de si mesmas,
Armadilhas da vida aos sem vida,
Matando-se em migalhas venenosas.
Mulheres e homem assassinos,
Vomitando seus vazios em suas celas,
Procela de almas perdidas,
Viciadas em suas íntimas corrupções,
Escravizados em suas vaidades famintas,
Lamentando-se após o funeral.
Dou-te a flor da dor,
Linda promessa simulada,
O que não tenho é teu,
Até que a vida nos sangre,
Réus desta sentença,
Condeno-te ao caos alucinante.
O amor que me beija me escarra,
Afinidades metamórficas da morte silenciosa,
Desejos escusos ociosos sob a fúria,
Tempestade de sentimentos bestiais,
Inflando o ego doentio.
Eu te amo muito!
Também te amo!
És a mulher da minha vida,
Você é o homem que sempre quis,
O tempo passa...
A flor da juventude e das emoções murcham.
Onde está a paixão?
Nunca ouvi falar,
Na verdade nunca te amei,
Era só interesse,
Você era linda e agora!?
Você mudou tanto!
Muitas mentiras maquiadas.
Diálogos homicidas,
Objetos masculinos e femininos,
Macho e fêmea ferindo-se na igualdade!?
Disparidade de uma política suja,
Inversão de valores contraditórios,
Guerra entre os sexos impostos.
Mercenário amor de faces assombrosas,
Infiéis palavras imposturadas,
Estupidez aos ouvidos carentes,
Vítimas condescendentes de si mesmas,
Armadilhas da vida aos sem vida,
Matando-se em migalhas venenosas.
Mulheres e homem assassinos,
Vomitando seus vazios em suas celas,
Procela de almas perdidas,
Viciadas em suas íntimas corrupções,
Escravizados em suas vaidades famintas,
Lamentando-se após o funeral.
Dou-te a flor da dor,
Linda promessa simulada,
O que não tenho é teu,
Até que a vida nos sangre,
Réus desta sentença,
Condeno-te ao caos alucinante.
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