Pseudo-soneto de uma pseudo-realidade

Antes do nascimento
O que eu era?
Fico neste tormento
Sem saber o que me espera

Porque da vida não sei de nada
Apenas que algo me aguarda
Para que me assassine
E assim, com minha essência termine

Que a morte seja gentil
Que a transição venha sutil

Quando meu corpo já não tiver temperatura
Espero ter partido em ternura
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