Revendo as açucenas
Já não semeio flores nos canteiros
de rosas, ao raiar das madrugadas;
procuro por caminhos verdadeiros
e terras com visão mais elevada.
Se a luta recrudesce nos primeiros;
os últimos verão a derrocada,
a quebra dos esforços verdadeiros
e a honra que perece, como um nada.
Nas palmas e nos lírios... quanta glória
nos campos, em que crescem espontâneos,
e o branco sem pudor dessas camélias.
Descubro que a esperança já está velha
e tenta superar os desenganos;
remonta à decisão, já peremptória.
Nilza Azzi
de rosas, ao raiar das madrugadas;
procuro por caminhos verdadeiros
e terras com visão mais elevada.
Se a luta recrudesce nos primeiros;
os últimos verão a derrocada,
a quebra dos esforços verdadeiros
e a honra que perece, como um nada.
Nas palmas e nos lírios... quanta glória
nos campos, em que crescem espontâneos,
e o branco sem pudor dessas camélias.
Descubro que a esperança já está velha
e tenta superar os desenganos;
remonta à decisão, já peremptória.
Nilza Azzi
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