Menino sentimental
Reza a lenda que existia um jovem com olhos cor de mel
Que de tão apaixonado ascendeu ao céu
Foi levado pela voluptuosa brisa do fim da tarde
Sem que visse na morte nenhum alarde.
Já havia morrido por dentro
Quando em certo momento se viu sozinho
Se a companhia de um amante retirante ou de um “boyzinho”.
Era afeito as paixões avassaladoras
Dos beijos molhados e dos suspiros demorados
Do sexo sem pudor
Do afeto depois do amor
Era o melhor amante, amigo e homem que na cama pudesse comparece
Tinha pelo corpo uma enorme admiração
Sendo ele possuidor de um dote invejável
Corpulento, peludo, cheiroso e viril
Era tipo como arquétipo do próprio Adônis
Seu fim começou quando se reconheceu solitário
No meio daquela multidão...
Morto!
Que de tão apaixonado ascendeu ao céu
Foi levado pela voluptuosa brisa do fim da tarde
Sem que visse na morte nenhum alarde.
Já havia morrido por dentro
Quando em certo momento se viu sozinho
Se a companhia de um amante retirante ou de um “boyzinho”.
Era afeito as paixões avassaladoras
Dos beijos molhados e dos suspiros demorados
Do sexo sem pudor
Do afeto depois do amor
Era o melhor amante, amigo e homem que na cama pudesse comparece
Tinha pelo corpo uma enorme admiração
Sendo ele possuidor de um dote invejável
Corpulento, peludo, cheiroso e viril
Era tipo como arquétipo do próprio Adônis
Seu fim começou quando se reconheceu solitário
No meio daquela multidão...
Morto!
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