Boy magia
Quem o via deitado sobre a cama até poderia imaginar que se tratava de um homem. Um grande homem branco, na sua melhor imagem, na sua mais bonita moldura, na mais perfeita forma física. Mas ali... naquele grande corpo. Residia a eterna alma de um menino interiorano, de gestos nobres, de sorriso largo, de olhar sincero e de jeito faceiro.
Sua pele branca como a face de uma manhã de inverno contrasta com seus olhos castanhos claros de e madeira nova e com os seus cabelos escuros de coloração noturna.
Era um aldeão de cultura escolástica. De criação humilde, mas de um ar nobreza. Fluente nas áreas das ciências. Artesão da fé. Entre suas predileções estava as horas dedicadas às futilidades midiáticas, aos passeios a cavalo e à corrida sobre duas rodas. Tímido em seus gestos. Sincero em seu sorriso rasgado. Rústico em seus hábitos de vida. Rico de simplicidade. Pobre de maldade. Rei do gozo e da graça. Seu nome, tão complexo e tão enigmático quanto a sua vida, é a mais clara expressão do desígnio do majestoso acaso divino. É estúpido admitir o quanto o seu cheiro de R$0,70 desperta em mim um desejo forte de contato físico. Seu toque me estremece de uma forma inexplicável e o seu beijo me satisfaz e até mesmo substituí a esporração, pois, é em si um gozo. Seu suor doce
Sua pele branca como a face de uma manhã de inverno contrasta com seus olhos castanhos claros de e madeira nova e com os seus cabelos escuros de coloração noturna.
Era um aldeão de cultura escolástica. De criação humilde, mas de um ar nobreza. Fluente nas áreas das ciências. Artesão da fé. Entre suas predileções estava as horas dedicadas às futilidades midiáticas, aos passeios a cavalo e à corrida sobre duas rodas. Tímido em seus gestos. Sincero em seu sorriso rasgado. Rústico em seus hábitos de vida. Rico de simplicidade. Pobre de maldade. Rei do gozo e da graça. Seu nome, tão complexo e tão enigmático quanto a sua vida, é a mais clara expressão do desígnio do majestoso acaso divino. É estúpido admitir o quanto o seu cheiro de R$0,70 desperta em mim um desejo forte de contato físico. Seu toque me estremece de uma forma inexplicável e o seu beijo me satisfaz e até mesmo substituí a esporração, pois, é em si um gozo. Seu suor doce
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
vou me expandindo enquanto você silencia
é isso aí vou me expandindo enquanto você não diz quem se cala abre portas para a polissemia e o que não disser sou ator minha cena inici…
Kátia Surreal
Caverna do Amor
Depois de cruzarmos
os cem metros em direção
à Caverna do Amor,
render-me mansamente
aos seus predicados,
Permitindo que o…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
ABORTO - (I) e (II)
ABORTO - (I)
Medo, angústia, desespero, remorso
Com maior ou menor repercussão
Em função do nível…
Armando A. C. Garcia
Abominação - 08/08/2012
Abomino o ódio e a farsa
O álcool, o vício e a droga,
Corrupção e o comparsa,
A mentira de quem roga.
…
Armando A. C. Garcia